março 10, 2008

>>>>>>>>>>>>>>>>>>> paredes <<<<<<<<<


nas paredes da memória
escrevi este meu grito
com letras que inventei
nas paredes da memória
desenhei a minha revolta
nas tramas que detestei
nas paredes da memória
reli livros que não ouvi
nas prosas que não senti
poemas que rescreverei
poema e fotos: poetaeusou

36 comentários:

Maria disse...

São bonitas estas tuas paredes da memória...
... mas não sei desenhar raiva nas tramas que detestei... :))

multiolhares disse...

Em tantos momentos
Ao longo da vida
As paredes da memoria
São relidas
Servem para despertar a mente
Para o que de equivocado
Foi escrito a dado momento

Beijos nossos
luna

poetaeusou . . . disse...

*
maria
,
é uma raiva
de revolta . . .
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
multiolhar
,
luna
,
é essa a mensagem,
do meu escrinhado,
temos que detectar,
os sinais que emitimos,
nas nossas reacções primárias,
,
beijos nossos
,
*

Paula Raposo disse...

Gostei de te ler...

gaivota disse...

ah mê amig' as nhas memóiras já nã têm paredes...
rebentarem pelas c'sturas!
as revoltas derem cabe de tude...
já nã vale a pena,
restam os AMIGOS que encontramos para recordar os bons velhos tempos...
jokinhas e caracóis

poetaeusou . . . disse...

*
Paula Raposo
,
e eu subo ao céu,
por "tal",
,
jino
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
gaivota
,
éassimmêmê,
o mar chega hoje ao são brás,
,
brunas de iodo, deixo,
.
*

Maria P. disse...

Nem às paredes confesso...
:)
Beijinhos*m*

Carol disse...

As paredes da minha memória ainda têm muito espaço livre, espero eu!

poetaeusou . . . disse...

*
maria p.
,
e nem aposto . . .
,
bj
h
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
Carol
,
amiga,
ai, se soubesses,
como tenho o meu disco rígido,
a memória esgotada,
e um contentor de CDs
por catalogar
,
conchinhas
,
*

Suave Toque disse...

E no livro de memórias escrevemos nossa vida.
Vim visitar-te e deixar um presente.

Durante toda nossa vida, pessoas passam por nós,
Dia após dia,
Más somente algumas dessas pessoas ficam para sempre em nossa memória.
Essas pessoas são ditas amigas...
E as levamos para sempre em nossos corações,
As vezes pelo simples fato de terem cruzado nosso caminho,
As vezes pelo simples fato de nos terem dito uma palavra de conforto, quando precisamos,
As vezes por terem nos dado um minuto de atenção,
Nos ouvindo falar de nossas angústias, medos, vitórias, derrotas...
As vezes por terem confiado e nos terem contado também seus problemas,
Angústias, medos, vitórias e derrotas...
Isso é ser amigo, ouvir, confiar, amar,
E amigos de verdade ficam para sempre,
Longe, perto...
Assim como as pegadas na alma.

Tenha uma ótima semana
Beijos de carinho
Elcia Belluci

gaivota disse...

ah meu já me lá quer'...
cus pezinhos a arrejar...
diz-lhe q'auguente uma beca..tou quase a chegar.............
jinhos

Pitanga disse...

"Já faz tempo eu vi você na rua
Cabelo ao vento, gente jovem reunida
Na parede da memória, essa lembrança
É o quadro que dói mais" (Belchior)

abraços de quem tem taaantas paredes!

Teresa Durães disse...

parece que hoje estamos em sintonia.

bonito poema

poetaeusou . . . disse...

*
Suave Toque
,
concordo contigo,
,
não tenho escritores
preferidos, aprendi com todos,
de camilo castelo branco,
li toda a sua obra, dezenas,
quando me sinto traído por um
amigo, recuso sempre este poema,
dele, camilo castelo branco,
,
Amigos! Cento e dez, ou talvez mais,
eu já contei. Vaidade que eu sentia,
julguei que nesta Terra não havia
mais ditoso mortal entre os mortais!
Um dia adormeci profundamente:
ceguei. Dos cento e dez houve um somente
que não desfez os laços quase rotos.
"Que vamos nós, diziam, lá fazer?
Se ele está cego, não nos pode ver!"
Que cento e nove impávidos marotos!
,
in - C castelo branco
,
marés de jinos,
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
gaivota
,
agora está a vazar
,
há meia noite estou lá caído,
cheira-me a filetes de peixe-porco,
com arroz de espargos para almoço,
,
maresias
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
pitanga
,
memórias
,
Quando eu tinha seis anos
Não pude ver o fim da festa de São João
Porque adormeci.
Hoje não ouço mais as vozes daquele tempo
Minha avó
Meu avô
Totônio Rodrigues
Tomásia
Rosa
Onde estão todos eles?
- Estão todos dormindo
Estão todos deitados
Dormindo Profundamente.
,
in-manuel bandeira
,
buzios
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
Teresa Durães
,
será do alerta laranja ?
,
tambem abrange a tua zona ?
,
vou voar por aí,
a ver o mar. . .
,
*

Sol da meia noite disse...

Quanta sensibilidade feita dor e revolta, nessas paredes...
Tem que haver um lugar em nós onde guarmos tudo o que não fomos, tendo querido ser... o que não fizemos, tendo querido fazer...

Xi-coração

Gerlane disse...

Tens imensas paredes na memória!
E nas paredes da minha, guardarei estas belas imagens fotográficas.

Beijos pra ti!

Um Momento disse...

E nas paredes da memória li e refecti...
Senti o que um dia não vi
Vi o que um dia não disse
Digo-te que nas memórias me reli ... nas suas paredes me senti...

Beijo presente
(*)

MEU DOCE AMOR disse...

Deixo-te um beijinho doce

Voltarei

Estou muito cansada

poetaeusou . . . disse...

*
Sol da meia noite
,
e entre o fazer
e
o guardar,
,
entre os sonhos
e
as realidades,
,
os poemas
vão mitigando as frustações
,
conchinhas de amizade
,
*

gaivota disse...

que bom... filetes de peixe porco!!!
há 4 anos, em novembro, foi assim, aí ao pé da capitania, era apanhá-los á maxeia...
agora, arroz de espargos, isso já é fino!, ah nino, leva arroz de grelos ou de tomate ou misturadas...
jinhos!

manuela disse...

Sim amigo é bem verdade, as minhas paredes fazem eco...
Obrigado pela passagem nos meus blogs e pelos comentários simpaticos.
Não sabia que tinha sido amigo do Adriano, parabéns.
Abraço

Manuela

poetaeusou . . . disse...

*
Gerlane
,
são tuas,
com sentido prazer,
,
um mar de jinos, deixo
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
Um Momento
,
e as paredes
da minha memória,
mais enriquecidas ficaram,
com os desenhos coloridos,
das tuas palavras,
,
vagas imensas de jinosm deixo-te
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
MEU DOCE AMOR
,
naquele golpe de asa,
envio-te um mar de jinos,
enquanto espero,
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
gaivota
,
depois da meia-noite,
lá estou eu,
gosto de o ver zangado,
e no raso das sete ondas,
falamos das nossas memórias ...
,
bjis,
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
manuela
,
amigo, de amigo,
sem qualquer conotação,
o "meu grupo" aprendeu,
muito com ele,
foi pena que o eco das memórias,
por trilhos diferentes,
fazerem ricochete nas paredes
do meu descontentamento ...
,
um jino de amizade,
,
*
,

R.G. disse...

Nas paredes da memória...
guardo tudo o que senti,
tudo o que vivi,
e até o que não vivi.

gostei de te ler.
Beijo Perdido

poetaeusou . . . disse...

*
R.G.
,
memórias guardadas,
vividas, sentidas,
sonhadas, frustadas,
,
conchinhas
,
*

Carminda Pinho disse...

Poeta,
nas paredes da memória ficam-nos tantas palavras...

Beijos

gaivota disse...

também eu,também eu...
faz de conta que também lá estou...
jinhos