agosto 19, 2008

>>>>>>>>>>>>>> janela do tempo <<<<<<<<<


deixem-me comparar
incomparáveis olhares
de memórias atempadas,
passados insociais
de insolúvel procura
na ausência de futuro,
dores diluídas no tempo
lembranças mal incontidas
do tempo, em tempo perdido,
poema e foto: poetaeusou
foto: álbum álvaro laborinho

30 comentários:

Carminda disse...

Olá meu amigo Poeta.
Que saudades do teu cantinho...
Debrucei-me um pouco na janela do tempo, e vi memórias, umas mais doces, outras nem tanto.
Tempo perdido? não creio...com o tempo ganha-se sempre, quanto mais não seja... experiência.

Beijos

Mari disse...

Olá!

Você é tão poeta.
Acho tudo tão profundo, talvez eu não consiga achar as palavras.
Direi: muito lindo!
Obrigada pelo carinho de sempre com sua presença!
Beijos com gratidão.

Multiolhares disse...

O tempo passa, as cores podem ficar diferentes,e tudo se repete,mas ficam as memórias, ficam as experiências o livro da vida vai sendo escrito

beijos nossos

sokitsym disse...

O tempo é sempre perdido para o homem comum.

Ensinaram a Humanidade a viver o Amanhã e sem ter em conta o facto de que o amanhã só existe porque o hoje de ontem existiu.

Aproveito, ainda, para te agradecer as palavras e o cognome de "Rei das crónicas". Não me acho rei nenhum, mas entendi o valor da palavra. um muito obrigado, poeta.

p.m.

Isabel-F. disse...

"...
lembranças mal incontidas
do tempo, em tempo perdido"

belo ... como sempre ...

não faço senão repetir-me nos meus comentários ... mas acredita que eu acho sempre lindos os teus poemas...


bjs

Gerlane disse...

Querido amigo,

Volto a dizer que, minhas passagens pelo teu blog me trazem uma sensação boa, leve. A tua energia mais que positiva no layout, nos textos, nas fotos. Pura harmonia.

Paz e luz pra ti, poeta!

Beijos!

poetaeusou . . . disse...

*
carminda
,
é, sempre o tempo,
da experiência ganha,
das opções perdidas,
das promessas por cumprir
das certezas desfeitas,
das perfeições do acaso . . .
,
jinos envoltos de maresias,
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
mari
,
gratificado fiquei, amiga,
,
conchinhas de luz, deixo,
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
multiolhares,
,
o baú das recordações,
na arca da sabedoria … tu,
,
beijos nossos
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
sokitsym
,
será que o tempo existe ?
,
eu duvido . . .
o passado,
como nos está vedado,
logo não existe,
o futuro
“ a grosso modo”
nunca ninguém o viu,
o presente é efémero . . .
pensamento primário ?
talvez . . .
,
rei das crónicas, acredita,
das centenas de escritores
e poetas que já conheci lendo,
existe um, que os teus escritos
me fazem lembrar e que eu busco
mentalmente . . .
,
saudações, amigo,
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
isabel-f
,
pseudo - poemas, amiga,
,
tu sabes bem,
que eu sou,
o poetaeusou . . .
com as ( . . . )
,
vagas de marés grandes
de respeitos, te envio,
.
*

poetaeusou . . . disse...

*
gerlane
,
estas palavras
escritas por ti,
leva-me a acreditar
que as mereço,
,
bem-hajas, amiga,
,
brilhantes conchinhas,
te envio,
,
*

Juani lopes disse...

crei que la primera al habias hecho ayer, jejeje
saluditos

poetaeusou . . . disse...

*
Juani lopes
,
onten, hoje e amanhã,
,
conchinhas
,
*

Chinha disse...

Daí haver sempre uma janela virada para o mar...

O teu mar....

O teu poemar...

Tu poeta que és.....Que versejas as janelas da vida.

Belo

Jitos em conchas

Espero agora tudo bem

:):):)

gotadevidro disse...

Olhares perdidos, talvez na poeira do tempo...Nunca se sabe.

um beijo

Sol da meia noite disse...

Esta janela do tempo revela que tudo muda com o passar desse tempo... mas o que guardamos de tempos passados, perdura imutável.

Jinhos, meu amigo * *

daniel disse...

Poetaeusou

Duas fotografias! Um comparação!...
Um abraço,
Daniel

poetaeusou . . . disse...

*
Chinha
,
cantada janela
para nunca esquecer
memórias sofridas
na carne sentidas . . .
,
conchinhas de vida,
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
gotadevidro
,
tempos perdidos,
nas poeiras da injutiça,
,
buzios sonantes
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
Sol da meia noite
,
perdura sim, amiga,
em especial aos injustiçados,
dos passados tempos,
,
conchinhas presentes, deio,
,
*

São disse...

Que coisa mais linda, Nazareno! A sério.
Grande abraço.

poetaeusou . . . disse...

*
daniel
,
outro
sintético abraço,
deixo,
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
São
,
amiga,
que coisa mais linda,
cheira a ipanema,
hehehehe
,
amistosas conchinhas, dou-te,
,
*

gaivota disse...

tempos perdidos e tempos achados,já ninguém vai às janelas...
vê bem se me encontras aí nesse areal,
tempos idos, saudades presentes
pilipares daqui do sul

Filó disse...

Um olhar debruçado numa janela de memórias de tempos passados.
Boas e más, fazem parte da nossa história de vida .
É muito bom espreitar desta sua janela , vislumbra-se um mar imenso cheio de poesia!!!

Obrigado por estes momentos tão plenos !!!
Um abraço

cristal disse...

Olá Poeta

Vim espreitar o seu cantinho e eis que encontro esta Janela...

Que linda janela virada para o mar ....

Adorei o post com tudo o que ele contém: palavras,fotos e música..

(Sabe, esta canção do Tristão é a primeira canção que eu me lembro de cantarolar, era eu muito,muito pequenina.... memórias tão boas....)

Obrigado.

Um Abraço e um grande sorriso :)

poetaeusou . . . disse...

*
gaivota
,
mulher da nazaré
qundo pisas o areal
juro por minha fé
que és maria de portugallllll,
,
na fôtes pumar abaixe
nas marés grandes aí
pós lades da boca do inferneee ?
,
pilipares,
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
filó
,
é com os meus olhos
rasos de gratidão,
que sorvo as tuas palavras
quando me visitas,
agradeço-te sensibilizado,
,
procurarei espalhar
nestas redes que eu amo,
os meus sentires, entre
certezas, duvidas e utopias ...
,
brisas nocturnas, dou-te,
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
cristal
,
grato
pela tua cistalina visita
,
cantarolavas esta mensagem ?
ao tempo cantar esta canção
era muito arriscado, seguiu-se
a uma outra lançada no brasil,
SER PORTUGUES de seu nome e
dedicada ao general sem medo ...
,
e foi daquela janela
do forte de caxias,
que se tornou um hino.
não daqueles que tiveram
exilios dourados lá fora ...
mas de quem lutou e sofreu
na carne neste pais algemado
e eu cantei, sem medo,
a este mar que eu adoro,
,
cistalinas maresias deixo-te
,
*