talvez um dia possa falar de mim arejar minhas gavetas espalhando os poemas entre as frinchas do baú que por medo eu não abri talvez um dia entendas porque razão a busca da tua ausência foi presença solicitada no silêncio transmutado das sensações confessadas poema e fotos: poetaeusou
Amigo poeta Hoje, ao fim de um dia particularmente triste, abeiro-me da janela, neste momento e olhando a lua, as palavras sairam:
Esta noite a lua chama por mim Ela sabe como eu gosto Quando está em lua cheia O seu brilho, o luar Enfeitiçam-me. Intensamente. Despertam os desejos Em mil carícias Num ritual inebriante Em que os meus lábios Chamam por ti...
os poemas das frinchas do etu baú, são como esta gaivota majestosa que fixou residência em cima dese pilar, como que a proteger a patado cavalo do outro... não vá alguém sacar essa pégada... mas liberta todos esses passados... beijinhossssssssss
O passado é passado Os silêncios são silêncios Os segredos são segredos Mas só quando conseguimos Abrir o baú tocar em todos os Detalhes que a vida escreveu Ler o livro que o tempo guardou Estamos prontos para Buscar as ausências das solicitadas presenças Só aí podemos voar como uma gaivota Planar sobre o mar sem medo que os ventos Nos empurrem contra os rochedos da vida
* tulipa , sorve o luar está linda a lua espalhando beijos caindo no teu jardim óh que beleza acaba com a tristeza é tempo de lhe pores fim entra no barco dos desejos pode ser uma falua e rema, rema a cantar, , conchinhas de lua cheia , *
* gaivota , o baú do meu olhar é como a gaivota a voar em volta do tal cavalo assim sendo não me ralo defender a tradição ? bem ... pelo sim ou pelo não vou levar o meu lúlú, , pilipares , *
* multiolhares . o passado é passado os silêncios, silêncios são os segredos são segredos ? assim sendo perco os medos entrego o meu coração ficarei mais descansado, , beijos nossos, , *
* Chinha , vou seguir o teu alvitre, acabar com os esqueletos, fantasmas do meu pensar, o baú vou arejar não te farei esprar . . . , conchinhas, deixo, , *
* sol da meia noite , os medos são tormentos redobrados, ter medo é precaução, ter medo é cobardia, ter medo é calar para não magoar, quem amamos ... , conchinhas preventivas, dou-te, , *
"no silêncio transmutado das sensações confessadas" Confesso publicamente: estas e outras fotografias andam a por-me com saudades da Nazaré, onde não vou há muiiiiiiiitos anos! :)
Como gostaria de estar presente nesse momento... mas esse será momento de poucas almas... Talvez um dia o vento espalhe algumas das tuas folhas ainda escondidas e possa eu pegar um sonho desperto de novo para a vida... Beijo grande para ti...
42 comentários:
Amigo poeta
Hoje, ao fim de um dia particularmente triste, abeiro-me da janela, neste momento e olhando a lua, as palavras sairam:
Esta noite a lua
chama por mim
Ela sabe como eu gosto
Quando está
em lua cheia
O seu brilho, o luar
Enfeitiçam-me.
Intensamente.
Despertam os desejos
Em mil carícias
Num ritual inebriante
Em que os meus lábios
Chamam por ti...
Beijinhos
os poemas das frinchas do etu baú, são como esta gaivota majestosa que fixou residência em cima dese pilar, como que a proteger a patado cavalo do outro...
não vá alguém sacar essa pégada...
mas liberta todos esses passados...
beijinhossssssssss
O passado é passado
Os silêncios são silêncios
Os segredos são segredos
Mas só quando conseguimos
Abrir o baú tocar em todos os
Detalhes que a vida escreveu
Ler o livro que o tempo guardou
Estamos prontos para
Buscar as ausências das solicitadas presenças
Só aí podemos voar como uma gaivota
Planar sobre o mar sem medo que os ventos
Nos empurrem contra os rochedos da vida
Beijos nossos
*
tulipa
,
sorve o luar
está linda a lua
espalhando beijos
caindo no teu jardim
óh que beleza
acaba com a tristeza
é tempo de lhe pores fim
entra no barco dos desejos
pode ser uma falua
e rema, rema a cantar,
,
conchinhas de lua cheia
,
*
*
gaivota
,
o baú
do meu olhar
é como a gaivota a voar
em volta do tal cavalo
assim sendo não me ralo
defender a tradição ?
bem ... pelo sim ou pelo não
vou levar o meu lúlú,
,
pilipares
,
*
*
multiolhares
.
o passado é passado
os silêncios, silêncios são
os segredos são segredos ?
assim sendo perco os medos
entrego o meu coração
ficarei mais descansado,
,
beijos nossos,
,
*
Talvez um dia...claro. Beijos.
Talvez um dia se possa ler o que está escondido no baú da vida, na gaveta dos sonhos, talvez aqueles poemas que ficaram mais colados ao coração.
Fico à espera...
Bjinhos em ti
Boa Semana
*
Paula Raposo
,
talvez . . .
,
jinos
,
*
*
Chinha
,
vou seguir
o teu alvitre,
acabar com os esqueletos,
fantasmas do meu pensar,
o baú vou arejar
não te farei esprar . . .
,
conchinhas, deixo,
,
*
...talvez um dia o baú se abra e os medos fujam!
boa semana
beijos
"talvez um dia
possa falar de mim
arejar minhas gavetas
espalhando os poemas
entre as frinchas do baú
que por medo eu não abri..."
Acho que isto acontece a todos nós... existe um medo que nos bloqueia. E vamos adiando, adiando...
O pormenor das fotos... belíssimas!
Amigo, um beijinho *
*
Carla
,
o passado,
muitas das vezes,
magoa-nos, ferem-nos
muito mais,
do que o presente de então ...
,
"uma mão" de conchinhas, deixo,
,
*
*
sol da meia noite
,
os medos
são tormentos redobrados,
ter medo é precaução,
ter medo é cobardia,
ter medo é calar
para não magoar, quem amamos ...
,
conchinhas preventivas, dou-te,
,
*
tal vez un dia
yo pueda hablarte de mi
tal vez un dia
tu estes enfrente de mi
saluditos
bjo
nem sempre é fácil falar de nós
O baú do nosso corazao ..... E preciso abri-lo para o po poder voar e deixar espaco para a vida .......
Pensamos sempre em tempos de futuro...Talvez um dia.
Belo este teu poema
Sem querer agravar teus problemas passa pela gota :)
beijo e boa semana
Às sete para as cinco, aconteceu a revelação mais curta da história do Edifício Magnólia. Queres espreitar?
*
Juani lopes
,
espero esse dia, amiga,
,
conchinhas
,
*
*
as velas ardem ate ao fim ,
,
outro !!!
,
conchinhas,
,
*
*
Teresa Durães
,
é por isso,
que os sotãos,
estão cheios . . . de baús,
,
conchinhos
,
*
*
WOLKENGEDANKEN
,
ai se o coração falasse . . .
,
conchinhas afogueadas, dou-te,
,
*
*
gotadevidro
,
os tais medos . . .
,
conchinhas sem receio, deixo,
,
*
*
Magnolia
,
é para já,
,
conchinhas,
,
*
Poeta,
Mais um belo poema,
Este do fundo do baú !
Ainda bem que andaste a arrumar gavetas,e lá o encontraste, lol :)))
conchinhas(de férias)
*
rosa dourada/ondina azul
,
hehehe
,
estava caído,
amarelado,
ao lado do baú . . .
,
um mar de férias, desejo-te,
,
*
Fico aguardando esse dia, Nazareno...
Óptima semana.
"no silêncio transmutado
das sensações confessadas"
Confesso publicamente: estas e outras fotografias andam a por-me com saudades da Nazaré, onde não vou há muiiiiiiiitos anos!
:)
*
São
,
nunca se sabe, amiga,
,
concinhas
,
*
*
mdsol
,
em agosto, não queiras,
muita gente,
junho e setembro,
são os melhores meses,
,
conchinhas mareantes, deixo,
,
*
Talvez um dia use esse funicular...
Sempre que estive por aí, sim ir mais longe o verão passado, fui como sempre pela estrada.
A busca da ausência, por vezes, faz-se infinita...
que com constância se compensa.
Que tenhas um bom dia
*
Duarte
,
no sobe e desce
do funicular,
é ver a nazaré
em "camara-lenta"
,
saudações
,
*
que saudades dessa luz da praia
que aqui chove há quase 3 semanas.
bjs
*
ondina
,
e aqui nevoeiro, muito,
,
pedrinhas coloridas,
para as meninas,
amanha vou lanchar
com a mamã gaivota,
,
conchinhas de luz, para ti,
,
*
Como gostaria de estar presente nesse momento... mas esse será momento de poucas almas... Talvez um dia o vento espalhe algumas das tuas folhas ainda escondidas e possa eu pegar um sonho desperto de novo para a vida...
Beijo grande para ti...
*
Alice Matos
,
farás parte do meu
poético testamento,
serás convocada
nos termos da lei ,
,
conchinhas de estima, envio-te,
,
*
Suas "gavetas"..."adorei este poema...
diz-me tanto!!!
um sorriso :)
*
mariam
,
gavetas,
ficheiros
do passado,
testemunhando o presente,
,
conchinhas, deixo,
,
*
Essas carruagens a par, tal como os dois padrões de pedra não estão aqui por acaso...
Ou enganei-me?
Abraço
*
Ana
,
nada mesmo ...
perspicácia,
,
conchinhas
,
*
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