julho 20, 2008

>>>>>>>>>>>>>> rios(ruas) da cidade<<<<<<<<<


enterro na noite
a fúria da cidade
gritando palavras
em desassossegos
margeadas praças
feitas rios de pedra
desaguam auroras
na foz das madrugadas
poema e fotos: poetaeusou

36 comentários:

gaivota disse...

és uma apoquentação...
olha perdeste um belo jantar com a minha filhota e namorado e com a nossa cessa!
grande mulher! nazarena do coração
tem o mar na alma e o amor no coração!
queres mais?!?!?!?!?!
piliparessssssssssssssss

e olha que as madrugadas aqui na foz, são de cêda!

Mariz disse...

Salvé Poeta!
"desaguando auroras
na foz das madrugadas" - bonita imagem...só de poeta mesmo! De quando em vez também me dão assim uns rasgos...mas lá muito longe!
~Louvo quem tenha esta veia tão acentuada e com qualidade - que é coisa que mais falta por aí!
Abraço poeta.
E já mudei e post. Se lá for, arme-se de paciência, porque promete ser lonto e com conteúdo para fixar e agir em conformidade....daquelas coisas para amigos mesmo! - Resumindo: dá para se sofrer menos...e perceber mais...só por isso.
Agraço carinhoso
Mariz
ESPAVO!

tulipa disse...

Quero agradecer-te as visitas que tens feito, embora eu tenha andado um pouco ausente, é sempre bom sentir as palavras que deixas junto às conchinhas.

Sabes quem faz anos hoje?
Sim, hoje dia 20.
Se quiseres poderás ver a homenagem que lhe faço.
Ele merece, é um querido.

Beijos,
bom fim de semana.

Carminda Pinho disse...

Poeta
Se me dás licença...

ruas da minha cidade
veias que o meu sangue abraça
e põe cravos de ansiedade
na lapela de quem passa

ruas da minha cidade
onde perco o coração
poema diz a verdade
diz a verdade canção!

ruas da minha cidade
amanhecendo a firmeza
duma ponte entre a saudade
e um abril à portuguesa

ruas da minha cidade
onde vingo as minhas asas
o meu nome é liberdade
e moro em todas as casas

ruas da minha cidade
praças da minha alegria
onde antes da claridade
era noite todo o dia

ruas da minha cidade
onde o velho é sempre novo
as ruas não têm idade
porque são todas do povo

ruas da minha cidade
becos de ganga puída
oficinas da verdade
dos operários desta vida

ruas da minha cidade
janelas do meu olhar
onde os pardais da amizade
à tarde vêm poisar

ruas da minha cidade
rasgadas por minha mão
a gente passa à vontade
quando pisa o nosso chão

ruas da minha cidade
aonde eu quero morrer
com cravos de eternidade
dos meus olhos a nascer

(in - Joaquim Pessoa)

Beijos

Multiolhares disse...

È a vida a palpitar
Entre o acordar e o adormecer

Beijos nossos

poetaeusou . . . disse...

*
gaivota
,
tambem estava a silvina ?
que pena,
e a tonta da catarina ?
,
passa bem com a rossana e namorado,
,
pilipares com nevoeiro,
,
*

gaivota disse...

claro, a silvina............
a cata, não, tá a trabalhar...há-de ser para a próxima
logo ao lanche pomos a escrita em dia, com néova e tudo...
jinhosssssssssssss

poetaeusou . . . disse...

*
Mariz
,
não deixando de concordar contigo,
tudo que é feito com honestidade
e respeito é de louvar, o aceitar
ou não, o concordar ou não, o
gostar ou não fica sempre ao
critério de quem nos lê . . .
,
conchinhas te deixo,
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
tulipa
,
por teu intermédio
envio os meus parabens
ao mocho falante,
,
conchinhas
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
carminda pinho
,
dediquei-te
o poema de joaquim pessoa,
musicado e cantado,
por carlos mendes,
,
desculpa o abuso
,
conchinhas citadinas
,
*
,

poetaeusou . . . disse...

*
Multiolhares
,
becos, vielas,
e
rasgadas avenidas,
das nossas vidas . . .
,
beijos nossos
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
gaivota
,
inchentosa,
sabes tudo háóóóóó,
pilipares
,
*

FERNANDA & POEMAS disse...

Olá querido Amigo Poeta, votos de um bom Domingo... Beijinhos de carinho,
Fernandinha

poetaeusou . . . disse...

*
FERNANDA & POEMAS
*
olá amiga,
,
muitos jinos em conchinhas,
,
*

Pitanga Doce disse...

Amigo Poeta, quando sobrevoo o Rio penso: o caldeirão visto do alto, que pena!

Olha, se fores lá em casa lê o comentário da Bell e a minha resposta a ela. Talvez possas responder à pergunta.

abraços domingueiros

Carminda Pinho disse...

Poeta,
olha, nem sei o que te diga...mas fiquei tão feliz com este teu miminho. Obrigada amigo.
São tão bonitos...o poema, a música e a voz, não são?
Salvaste-me o dia.:)))
Obrigada.
Beijos e abraços

PS: - Vou ouvir outra vez

Sol da meia noite disse...

A noite confere um encanto singular às ruas das cidades. Reveste-as de beleza e magia...
Parecem lugares diferentes...!

Um beijinho *

São disse...

Essa linha de luz desafogada em todas as madrugadas encheu.me o dia, obrigada!
Arenais de admiração, Nazareno.

poetaeusou . . . disse...

*
pitanga
,
caldeirão e-ou mu,
serra no algarve,
,
já fui
e botei faladura . . .
,
búzios domingueiros,
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
Carminda Pinho
,
para além de o mereceres,
e de eu ficar feliz com
a tua reacção,
joaquim pessoa,
é um dos meusa favoritos,
,
ruas da minha cidade
letra, musica e voz,
como dizes
é fantástico, com a
voz dos bons tempos
de carlos mendes . . .
,
conchinhas amigas
,
*

Duarte disse...

Os rios são ruas que conduzem ao mar, e tu es o condutor que transforma as fúrias da urbe em plácidas praças da concórdia.

Abraços

poetaeusou . . . disse...

*
Sol da meia noite
,
noite
trauma do imaginário
breu
a cor do desconhecido
misterio
das falantes luzes,
,
buzios sonantes, deixo,
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
São
,
feliz
por gostares,
,
conchinhas espraiadas
no areal da net, deixo-te,
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
Duarte
,
plácidas palavras,
as tuas, como sempre,
sossegos gritando á cidade,
,
saudações
,
*

Manuela disse...

Nazaré terra de sofrimento e de luta.
Os Nazarenos têem no coração o mar salgado que lhe levou os que amou.

Já parece aquele poema de Fernando Pessoa.

Abraço de Lisboa
Manuela

Eärwen Tulcakelumë disse...

Tuas fotos encantam, as tuas palavras fazem viajar em teus poemas, sabes bem que gosto daqui.
Convido ao amigo passar em meu mundo e comemorar comigo o Dia do Amigo.

Pérolas incandescentes de carinho amigo.

Eärwen

poetaeusou . . . disse...

*
Manuela
,
mas quando o mar
traga feroz
os pescadores
que vão tentar ganhar
o seu duro e negro pão
deixas de ser
nazaré dos meus amores
fazes sofrer
e perdes toda a sedução,
,
in-baião da nazaré
cantou - tristão da silva
,
conchinhas nazarenas
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
Eärwen Tulcakelumë
,
e um mar
de chamas incandescentes,
iluminou o meu cantinho,
,
vou visitar-te, já, já,
,
conchinhas,
*

mariz disse...

Salvé poeta!

Voltei de novo...
gostei muito deste seu poema, deveras!
e estou nas "esperas"...

Abraço
MAriz

ESPAVO!

poetaeusou . . . disse...

*
mariz
,
não consigo enviar contacto ...
,
conchinhas
,
*

Juani lopes disse...

en los meses de verano deja ser rio para convertirse en abalancha
de multitud
saluditos

poetaeusou . . . disse...

*
Juani lopes
,
torrente
sem controle, amiga,
,
conchinhas
,
*

mariam disse...

e as fúrias se amansaram...
lindo!

um sorriso :)

poetaeusou . . . disse...

*
mariam
,
já rompe
a clara madrugada . . .
,
conchinhas
,
*

Ana disse...

Mas a rua principal é líquida e é profundamente azul.

Abraço

poetaeusou . . . disse...

*
Ana
,
alameda de anil . . .
,
conchinhas mareantes
,
*