junho 10, 2008

>>>>>>>>>>>>>> confesso-te <<<<<<<<<


confesso-te,
quando o dia esvai
e a espuma da noite
cobre a minha solidão,
mantos multicores
de limalhas luzentes
incendeiam meus olhos
rasos de impotência
orvalhando enxurradas
em desconsoladas esperas
poema e fotos: poetaeusou

34 comentários:

Ana disse...

Confissão que o mar escuta incendiando as palavras.
Beijo.

Chinha disse...

Quando a solidão é companheira , a espera é longa e os dias escorrem sem alternâncias pela espera da vida...

Bjinhos em ti em cheias conchinhas

FERNANDA & POEMAS disse...

Olá meu querido Poeta, lindas fotos e poema... Neste momento gostaria de estar a olhar o mar, e não ter a solidão por companheira, mas precisamos dela, para termos tempo de refletir...Sobre tudo e ás vezes, sobre nada...Uma noite na Paz do Amor...
Beijinhos de carinho,
Fernandinha

Pitanga Doce disse...

FELIZ DEZ DE JUNHO! FELIZ DIA DA RAÇA!!

gaivota disse...

eu confesso que até conheço essas fotos, esses sítios... um pouco de "néuva" e um perfume lá da esquina do manel p.
e tenho que confessar que há pessoas lindas, à espera dentro de enxurradas enormes...
vamos a animar, é dia de portugal!
maresia e iodo ao cantinho
num beijinho

Multiolhares disse...

Quando a solidão entra
Feita espectros na noite
Nego-me a ver limalhas luzentes
E descubro em cada uma um pirilampo
Minúsculo ser de vida que me ilumina a alma
E me embala em um sono colorido

Beijos nossos

mdsol disse...

"orvalhando enxurradas"
Realmente os poetas podem tudo!
:)

Sol da meia noite disse...

... e quando o amanhecer, devolve ao mar o azul do infinito... nesse azul, um infinito de confissões... em ondas guardadas...

Beijinho * Bom feriado!

scaramouche disse...

parabéns!

gosto da forma como escreve.
abraço,
scaramouche.

Juani lopes disse...

que bonita mirada a la luz de las estrellas
saluditos

Paula Raposo disse...

Cheia de ternura a tua confissão...beijos.

LuzdeLua disse...

Sou como uma grande àrvore e meus amigos, minhas folhas acumuladas e juntas, que amenizam as tempestades da minha vida, de perto ou distantes.
E ainda há aqueles que ficam nas pontas dos galhos, mas que quando o vento sopra, sempre aparece novamente entre uma folha e outra.
O tempo passa, o verão se vai, o outono se aproxima, e perdemos algumas de nossas folhas.
Algumas nascem num outro verão e outras permanecem por muitas estações.
Mas o que me deixa mais feliz é que as que caíram continuam por perto, continuam alimentando a nossa raiz com alegria.
Lembranças de momentos maravilhosos enquanto cruzavam o nosso caminho.
Desejo a você, folha da minha árvore, Paz, Amor, Saúde, Sucesso, Prosperidade...
Em gratidão pela força e ajuda, estou chegando e superando mais uma batalha desta que é a minha vida.
Obrigada sempre por estar por perto.
Um beijo grande em teu coração.

"Cada pessoa que passa em nossa vida é única. Sempre deixa um pouco de si e leva um pouco de nós".

Ana disse...

O que seria dos poetas sem um pouco de melancolia?

Estou voltando ( não sei se com muita regularidade) às lides blogosféricas.
Despi a pele de «sininho» que já estava a ficar apertada...

Abraço

MirMorena disse...

Solidão na janela, onde o azul mar enche os olhos....
"sai dai homem"...vai lá onde o mar se quebra...abraça a brisa e vem embora...te espero...

Bjusss de carinho em azul

Duarte disse...

Pôr-do-sol,
limite dum mar,
Imenso.
Orvalho,
cristais líquidos
dum amanhecer,
húmido,
e frio.

Boas fotografias da nossa costa, linda...

Maria P. disse...

Ao mar tudo se confessa...

Beijinho*m*

mariam disse...

lindo!
que nunca a solidão lhe doa... reinvente-a, dando-lhe outras cores e sabores...

resto de boa semana
um sorriso :)

PS.adorei o que deixou lá no «sentidos»

poetaeusou . . . disse...

*
ana
,
anda cá amor
anda cá, vem ver,
está o mar arder,
por ti, minha flor,
,
tradicional nazareno,
,
conchinhas amigas,
,
*
*

poetaeusou . . . disse...

*
chinha,
,
quando a solidão é eterna,
a espera é infinita ...
,
jinos em conchinhas feitos
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
fernanda poemas
,
quantas das vezes,
no meio da imensa multidão,
a solidão nos atormenta,
,
carinhosas conchinhas, para ti
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
pitanga
,
viva o Santo António
viva o S. João,
viva o 10 de Junho
e a restauração,
lálálálá
,
conchinhas
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
gaivota
,
ando, ógado persardinhas,
,
adeus, adeus,
,
pilipares
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
multiolhares
,
luna
,
pirilampo,
das maresias cintilantes
resplandecentes átomos
faíscas de maré-cheia,
,
beijos nossos,
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
mdsol
,
a magia das palavras
na força dos sentimentos,
e sonhar, sonhar, sonhas
,
não é antónio gedeão ?
,
conchinhas
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
sol da meia noite
,
vagas de segredos,
que só o mar pode saber,
que só o mar sabe guardar . . .
,
conchinhas em jinhos amigos,
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
scaramouche
,
grato pela visita,
irei retribuir
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
juani lopes
,
luz das estrelas,
em manto de confissões,
,
conchinhas
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
paula raposo
,
paulinha
,
a ternura em palavras, tuas
,
Jinos
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
luzdelua
,
que a arvore seja,
um manto de paz,
carinho, ternura, amizade,
,
ramadas de conchinhas, deixo
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
ana,
,
é como escreves,
ser poeta,
é um estado de alma,
,
vou ficar assiduo,
héhéhe
,
conchinhas,
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
MirMorena
,
e segui a sugestão,
e estou aqui
e
conchinhas, mareadas,
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
Duarte
,
eu,
pseudo poeta,
me confesso . . .
,
saudações
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
Maria P.
,
bom conselheiro,
. . . o mar . . .
,
bj
h,
,
*

poetaeusou . . . disse...

*
mariam
,
o solidão,
é uma forma de estar,
liberte-se amiga,
,
conchinhas
,